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Parole: comunicação integrada ao fluxo de trabalho da sua equipe

  A comunicação faz parte de praticamente todas as etapas de um projeto. Dúvidas, aprovações, sugestões ou decisões que podem mudar os próximos passos de um processo. Mas, quando essas conversas acontecem fora da plataforma onde o trabalho está sendo realizado, grande parte desse contexto acaba se perdendo. Foi pensando nisso que a Lab245 desenvolveu o Parole , um novo canal de comunicação integrado ao fluxo de trabalho. Agora, os colaboradores podem conversar com seus colegas diretamente dentro da plataforma, sem precisar recorrer a ambientes externos para trocar informações relacionadas ao processo. Comunicação no lugar onde o trabalho acontece Imagine que uma equipe está trabalhando na aprovação de um documento, analisando um projeto ou acompanhando uma demanda. Durante o processo, surge uma dúvida e é preciso conversar com outro colaborador. Tradicionalmente, essa conversa poderia acontecer em um aplicativo de mensagens, por e-mail ou em outra ferramenta. Depois, seria necessár...

Liderança Visionária Aponta a IA como Ponte entre Cidadãos e Governos

 


Um dos maiores fóruns globais de liderança, o Horasis Meeting Brasil, consolidado como um epicentro de debates estratégicos para o futuro, vem trazendo mais uma vez pautas importantíssimas. O evento que recebeu mais de mil representantes de empresas, ONGs e governos de várias partes do mundo, promoveu um riquíssimo debate sobre estratégias de crescimento sustentável e oportunidades de negócios, reunindo as mentes mais brilhantes para desvendar os complexos desafios da nossa era.

A força intelectual por trás deste encontro é o próprio Horasis, um think tank internacional independente e verdadeiro laboratório de ideias. E o convite para participar de seu seleto círculo de discussões é um reconhecimento ao potencial de quem está na vanguarda. A prova disso foi o convite pessoal de Frank-Jürgen Richter , fundador da Horasis, presidente da organização e ex-diretor do Fórum Econômico Mundial, para que nossa CEO, Maria Luiza Reis , integrasse um painel sobre "AI as Innovation’s Co-Creator" durante o Horasis Global Summit 2025, em São Paulo.

Da Complexidade Nacional à Inovação Concreta: Uma Visão de Governança com IA

Foi nesse contexto de altíssimo nível que Maria Luiza não apenas participou, mas liderou discussões cruciais. Ela explorou a complexidade do país, os diferentes distritos de inovação, os desafios de integração e colaboração e, é claro, a resiliência única do empresário brasileiro. Foi a partir dessa profunda compreensão do ecossistema local que ela apresentou, em sua palestra principal, uma visão igualmente sofisticada e aplicável sobre o papel da Inteligência Artificial na reconstrução do diálogo entre cidades e cidadãos.

A Força de um "Cérebro" Próprio: SLMs como Ativos Estratégicos

Um dos pontos altos da apresentação de Maria Luiza foi a ênfase na importância crítica de empresas, organizações e até mesmo governos e cidades desenvolverem seus próprios Modelos de Linguagem Específicos (SLMs - Smart Language Models). Diferente dos modelos genéricos de IA, um SLM é treinado com o DNA da organização: sua história, seus dados internos, sua missão, a legislação local e as particularidades culturais da sua região.

Ter um SLM próprio não é um luxo tecnológico; é uma necessidade estratégica. É como ter um cérebro digital que compreende profundamente os desafios e oportunidades únicos daquela entidade, permitindo respostas mais rápidas, personalizadas e contextualizadas para cidadãos, clientes e parceiros. É a base para uma interação inteligente e significativa.

IA como Ouvido Atento: Mapeando as Reais Necessidades da População

A fala de Maria Luiza foi além do conceito operacional e mergulhou no cerne da governança urbana. Ela destacou que a IA oferece a oportunidade única de descobrir e entender a dinâmica e as mudanças contínuas que as cidades sofrem. Tradicionalmente, o canal de comunicação entre o cidadão e o governo é limitado, estruturado em menus rígidos e formulários padronizados.

“Quando você oferece ao cidadão um menu de opções pré-definidas, você está, na verdade, limitando sua voz", afirmou a nossa CEO. "Você está conduzindo o problema para um caminho que você acredita ser o correto, sem deixar espaço para que as necessidades emergentes e inesperadas venham à tona."

E é aqui que a visão se torna verdadeiramente transformadora. E se, ao invés de um menu, déssemos espaço para o cidadão falar livremente sobre o que acha da sua cidade?

Do Caos de Dados à Clareza da Ação: A Democratização da Escuta

Ao implementar SLMs capazes de analisar milhares de manifestações livres – desde posts em redes sociais a reclamações em canais abertos – os governos podem fazer um mapeamento preciso e imparcial das reais necessidades e do sentimento da população. A IA é capaz de processar esse "caos" de informações, identificando padrões, urgências e demandas que, de outra forma, passariam despercebidas.

"Com a inteligência artificial, podemos escutar verdadeiramente as cidades", explicou Maria Luiza. "Podemos identificar que um bairro sofre mais com a falta de iluminação pública do que com o lixo na rua, ou que a demanda por uma praça de lazer é maior do que a por um novo semáforo. Isso é empoderamento do cidadão e eficiência administrativa. A tecnologia aplicada nesse cenário nos permitiria ouvir sem conduzir, entendendo o problema em sua essência, sem desviá-lo para um lugar diferente."

Dessa forma, a IA deixa de ser uma ferramenta burocrática e se torna uma ponte de diálogo genuíno, transformando a voz dispersa da população em um mapa de ações claras e prioritárias para os gestores públicos.

A participação no Horasis Meeting Brasil reforçou nosso compromisso em liderar essa conversa. O futuro das cidades inteligentes não está apenas em sensores e câmeras, mas na capacidade de escutar, compreender e agir com base na inteligência coletiva de seus cidadãos.

A participação de Maria Luiza Reis no Horasis Meeting Brasil posicionou, mais uma vez, nossa visão na vanguarda do debate sobre governança tecnológica. Nosso objetivo é catalisar essa discussão para transformar este conceito em uma realidade concreta no Brasil, pavimentando o caminho para cidades não apenas mais inteligentes, mas fundamentalmente mais humanas.