A comunicação faz parte de praticamente todas as etapas de um projeto. Dúvidas, aprovações, sugestões ou decisões que podem mudar os próximos passos de um processo. Mas, quando essas conversas acontecem fora da plataforma onde o trabalho está sendo realizado, grande parte desse contexto acaba se perdendo. Foi pensando nisso que a Lab245 desenvolveu o Parole , um novo canal de comunicação integrado ao fluxo de trabalho. Agora, os colaboradores podem conversar com seus colegas diretamente dentro da plataforma, sem precisar recorrer a ambientes externos para trocar informações relacionadas ao processo. Comunicação no lugar onde o trabalho acontece Imagine que uma equipe está trabalhando na aprovação de um documento, analisando um projeto ou acompanhando uma demanda. Durante o processo, surge uma dúvida e é preciso conversar com outro colaborador. Tradicionalmente, essa conversa poderia acontecer em um aplicativo de mensagens, por e-mail ou em outra ferramenta. Depois, seria necessár...
Governança contratual, rastreabilidade e compliance em um só lugar
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Em empresas de incorporação imobiliária, energia, logística e grandes departamentos jurídicos, uma dor é praticamente universal: os contratos. Não se trata apenas de armazenar papéis ou arquivos PDF. O problema é que, nesses setores, milhares de contratos tramitam simultaneamente, compra e venda, aditivos, distratos, fornecimento, confidencialidade, e cada um deles carrega prazos, obrigações, riscos financeiros e regulatórios.
A pergunta que atormenta diretores e gestores é sempre a mesma: onde está o contrato? Quem assinou? Quanto tempo ainda temos? Isso está dentro da política da empresa?
O problema, segundo especialistas, não é volume. É falta de visibilidade.
“Armazenar não é gerir. Você pode ter o melhor repositório digital do mundo, mas se não consegue responder rápido onde está o gargalo, você está apenas acumulando arquivo”, afirma Maria Luiza Reis, CEO da Lab245 e vice-presidente da ASSESP.
A virada: IA que acelera, humano que valida
A resposta para essa pergunta tem nome: inteligência operacional, Diferente da simples automação de fluxos, essa abordagem integra três camadas.
A primeira é a visibilidade total. Um dashboard em tempo real mostra exatamente onde cada contrato está, há quanto tempo e quem é o responsável. A segunda é a triagem inteligente. Ao subir um documento, a IA lê, classifica, extrai cláusulas sensíveis e prazos. O tempo de análise cai de horas para minutos. A terceira é a validação humana estruturada. A máquina acelera, mas o profissional valida. O time deixa de ser “leitor de papel” e passa a auditor de dados. “O ganho não é só velocidade. É qualidade da decisão”, explica Maria Luiza. “O advogado ou analista contratual que antes lia 50 documentos por semana passa a auditar 150, com mais profundidade e menos retrabalho.”
Números que impressionam
Empresas que já implementaram esse modelo relatam resultados expressivos. A redução no tempo total do ciclo contratual, da minuta à assinatura, chega a 60% ou 70%. O tempo de análise de documentos cai 80%. A eliminação de erros em cláusulas obrigatórias, como LGPD e confidencialidade, ultrapassa 90%. E a capacidade analítica do time aumenta de três a cinco vezes. O departamento jurídico, antes afogado em revisões manuais, passou a atuar na estruturação de novos modelos contratuais e negociações estratégicas.
O fator humano: tecnologia não substitui, amplifica Um dos temores recorrentes quando se fala em IA aplicada a contratos é a substituição de profissionais. A realidade observada, no entanto, aponta no sentido oposto. “O que a IA faz é retirar do time o trabalho repetitivo e de baixo valor agregado. O profissional continua insubstituível naquilo que exige julgamento, contexto e negociação”, reforçam profissionais que passaram a usar o Maps245.
Essa mudança, porém, exige transformação cultural. Não basta instalar um software. É preciso redefinir papéis, fluxos e, principalmente, a mentalidade da equipe. Em vez de ler contratos, o time aprende a auditar dados. Em vez de aprovar documentos, passa a validar exceções.
Rastreabilidade: o fim do 'quem fez o quê?'
Outro pilar da inteligência operacional é a trilha de auditoria imutável. Cada ação, visualização, alteração, validação, envio, fica registrada com data, hora e identificação do responsável. “Se você não consegue provar quem aprovou o quê e quando, você não tem controle — você tem achismo”, sintetiza a CEO da Lab245.
Para quem é isso?
A solução não é para qualquer empresa. Ela é desenhada para organizações que vivem de contratos. Incorporadoras e construtoras, com milhares de unidades vendidas em diferentes estágios de obra. Empresas de energia, com contratos de longo prazo, indexadores complexos e regulação pesada. Operadores logísticos, com alta rotatividade de contratos de frete e armazenagem. Departamentos jurídicos corporativos, sob pressão por agilidade sem perda de segurança.
Nesses ambientes, um contrato parado não é só um documento atrasado. É dinheiro que deixa de entrar. É risco que se acumula. É concorrência que ganha tempo. É exatamente para esses setores que a Maps245 foi desenvolvida.
A visão de quem já opera com inteligência contratual é clara: hoje, empresas que ainda gerenciam contratos no improviso simplesmente não são mais competitivas. O custo de oportunidade de não automatizar se tornou insustentável.
É para esse cenário que existe a Maps245, nossa ferramenta de fluxo de trabalho inteligente. Ela não apenas organiza documentos, ela orquestra pessoas, prazos, cláusulas e decisões em uma única plataforma. Com visibilidade total, triagem acelerada por IA e rastreabilidade absoluta, a Maps245 transforma a operação contratual de centro de custo invisível em vantagem competitiva real. O contrato é a materialização do negócio. Tratá-lo como ativo estratégico não é mais opção. É o único caminho para quem não quer ser ultrapassado.